Desbloquear telemóveis vai ser mais fácil e barato
Os operadores vão ter de desbloquear os telemóveis gratuitamente depois de terminado o período de fidelização, sendo limitado o valor a aplicar enquanto o cliente está “preso” à sua rede.
A medida foi ontem aprovada em Conselho de Ministros e surge depois de várias recomendações da Direcção-geral do consumidor, da DECO e da Autoridade da Concorrência.
Esta última tinha apontado o custo de desbloqueio dos terminais como um dos entraves à mudança de rede, adiantando que, dependendo das condições, os custos para os clientes podiam varia entre 50 e 116 euros, já depois de terminado o período de fidelização.
O sistema de bloqueio dos telemóveis é muito utilizado pelos operadores que suportam parte dos custos iniciais dos terminais, vendendo-os mais baratos aos clientes, mas obrigando-os a permanecer ligados à rede por períodos entre 18 e 36 meses.
Quando a legislação entrar em vigor os operadores serão obrigados a desbloquear os telemóveis sem qualquer pagamento quando termina o período de fidelização, não podendo também cobrar mais de 50% do valor inicialmente pago pelo cliente pelo terminal para o desbloquear durante esta fidelização.
Os operadores ficam agora também obrigados a informar os utilizadores sobre se o equipamento está bloqueado e a forma e as condições do seu desbloqueamento.
Tablet da Microsoft
Espera-se que seja um equipamento híbrido, um misto entre leitor de ebooks e computador de mão (tablet), composto por dois ecrãs. Chega na segunda metade do ano.
Os rumores não são propriamente novos mas ganharam novo fôlego com a publicação de vídeos e fotografias pelo blogue especializado em tecnologias “Engadget”, que afirma que a informação é proveniente de “fonte extremamente fiável”.
De acordo com a informação avançada sobre o produto, a que chamam “Microsoft Courier” e que alegadamente a Microsoft estará pronta a lançar durante a segunda metade de 2010, este foi pensado para funcionar como uma espécie de “jornal digital”, concebido para oferecer uma experiência de utilização semelhante ao papel e facilitar a visualização de conteúdos e sua publicação online.
Trata-se de um aparelho compacto e leve, com cerca de 2,4 centímetros de espessura e um peso de 450 gramas. O seu design semelhante a um pequeno livro (ou jornal) faz com que, uma vez fechado, não ocupe mais de 5 polegadas por 7.
Os ecrãs são tácteis e a navegação será feita com a ponta dos dedos ou uma caneta, sendo que o dispositivo inclui também reconhecimento de caracteres em escrita manual.
A mesma fonte adianta ainda que o sistema operativo incluído será um “derivado” do utilizado no leitor multimédia Zune HD da empresa, ou nos seus novos Windows Phones série 7.
A integração de uma câmara digital e a entrada para headphones de 3,5 mm são outros dos detalhes adiantados.
Da parte da empresa não foi ainda emitida qualquer confirmação ou desmentido a respeito de um novo produto com estas características.
Nintendo DS com ecrã XL já disponível
Já está disponível a nova consola portátil da Nintendo que quer agradar a toda a família e tornar os jogos ainda mais sociais.
É verdade que a mais recente versão da consola portátil da marca japonesa, a Nintendo DSi, só chegou ao mercado há pouco mais de seis meses, mas a empresa decidiu não perder tempo e avançar com uma opção onde o tamanho do ecrã marca a principal diferença.
O preço de venda a público é de 180 euros, alguns “cobres” a mais do que a anterior geração DS, mas está garantido que mais pessoas vão poder ver a acção nos dois ecrãs sem terem que encostar as cabeças.
O alargamento das opções, em termos de conteúdos, é outro dos argumentos da Nintendo para o alargamento dos ecrãs, que têm agora 4,2 polegadas. A leitura de eBooks poderá ser um dos exemplos.
Disponível em duas cores, vermelho-vinho e castanho escuro, a consola traz já pré-instaladas algumas aplicações, como o A Little Bit of… Dr Kawashima’s Brain Training: Arts Edition, Dicionário 6 em 1 com câmara e o Nintendo DSi Browser, que permite aceder à Internet através de uma ligação Wi-Fi.